Manhãs cinzentas
Manhãs cinzentas perseguem-me,
Cercam-me.
Não me deixam ver o sol.
Não me deixam aquecer.
Não me deixam ser feliz.
Manhãs cinzentas são como inimigas:
Só estão satisfeitas quando absorvem a nossa alegria,
Quando tiram a nossa vida de nós mesmos
E, se não formos fortes,
Elas conseguem,
Elas tiram-nos tudo.
Matam-nos a pouco e pouco,
Não o nosso corpo,
Mas a nossa alma.
Manhãs cinzentas são como jaulas
Que nos prendem e afastam do universo,
Que não nos deixam ver mais nada para além delas mesmas.
Manhãs cinzentas são como fantasmas:
Assombram-nos e ninguém as culpa.
Ninguém diz: a culpa é das manhãs cinzentas.
Elas são espertas.
Sabem o que fazem.
Sabem como fazê-lo.
Sabem como reprimir um sorriso,
Entristecer um coração,
Lacrimejar um olhar.
Manhãs cinzentas só estão satisfeitas quando a negritude vence,
Quando as palavras doces desaparecem,
Quando um toque meigo finda,
Quando a alma entristece...
Raphaela Blat



7 Lápis no papel:
bahhhhhhhh
detesto manhãs cinzentas?
vai um brinde ao sol?
Obrigada pela tua visita! Tens aqui um cantinho muito simpático. Já estudei em Évora...que saudades!!! **
carol: gaja...GOSTEI com G grande deste poema ;) tas lá...o amor anda-te a inspirar :)) vou pra evora amanha
até q enfim alguem gosta com G grande deste poema!!!=p
ficarei à tua epsera gata, a ver se me tiras de casa q daki nada eloukeço... okok ja eloukeci!!!
Manhãs cinzentas, O Outro, tantos nomes...
Pah... nem sei o que dizer. Gosto imenso, acho que tenho que começar a dizer que nao gosto, pa ser diferente... LOL
Ai... gosto imenso.
Tenho que começar a "plagiar"
*
loooool
keres plagiar?ok...mas tens de pagar muitoooooo=p
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