Moldura
Doiradas plumas caem dos céus de marfim.
Um regato de frescas águas
passa perto de meus pés,
tocando-os, suave carícia.
Jasmins nascem nos restos duma fogueira vencida.
Papoilas pingam amor
das gotas de orvalho da manhã,
pétalas de carmim vibrante.
A beleza do dia florescendo em meus olhos
faz meu rosto se transfigurar num sorriso adocicado.
E caminho de encontro ao horizonte que me espera,
tendo como moldura do meu retrato
a paisagem que fez minh'alma brilhar.
Raphaela Blat



8 Lápis no papel:
Linda moldura...: )
Querida Isa.. o poema é lindo, mas o teu horizonte está muito para além da moldura!...
Beijokas
minha linda tenho andado ausente..
adoro a forma como colocas um pouco da natureza em tudo o que escreves.. :)
beijo
kerida Isa Xana
agradeço as palavras
motivadoras e lindas,
com que "baptizaste"
o meu blogue.
quero também comentar
este poema
que hoje
nos deixas...
é simples
belo
e generoso.
beijux létinha.
Querida Isa Xana
Para além das palavras... a moldura em que te vejo refugiada atrás da mão... psicanalítico?... ou os teus lábios são mistério?
Um beijo
Daniel
Moldura mas sem contornos definidos!... :)
mim vai-se ausentar..protanto..fica o jinho =)
é essa moldura k nos deve fazer seguir em frente...
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